sábado, 22 de abril de 2017

A REVOLUÇÃO NO ALGARVE E O ALGARVE NA REVOLUÇÃO: O CASO DE LOULÉ - CONFERÊNCIA


CONFERÊNCIAA Revolução no Algarve e o Algarve na Revolução: o caso de Loulé;

DIA: 22 de Abril de 2017 (15,00 horas);
LOCAL: Arquivo Municipal de Loulé;

ORADOR: Doutora Maria João Raminhos Duarte;

Pequena nota biográfica da oradora:
Maria João Raminhos Duarte é doutorada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É docente na Escola E.B. 2,3 Eng. Nuno Mergulhão e professora auxiliar no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. 
É investigadora associada do Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais, Doutorada integrada do Instituto de História Contemporânea/Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua da Universidade do Minho. 

É autora de uma vasta produção científica sobre os industriais conserveiros, o movimento operário corticeiro e conserveiro, a instituição do Estado Novo, a oposição ao Estado Novo, os movimentos femininos, a educação e assistência, a implantação do regime democrático, além de inúmeros e relevantes contributos biográficos de História Contemporânea algarvia.

ORGANIZAÇÃOArquivo Municipal de Loulé.


Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
Para esta conferência tomou-se como objecto de estudo e de análise a Revolução de 25 de Abril no Algarve e as movimentações militares nesta província, sendo identificados os protagonistas, as resistências e as reacções dos militares, bem como os seus efeitos na sociedade algarvia nos dias agitados que se seguiram ao golpe militar e ao processo imediato que conduziu à instituição do regime democrático a sul.

Procurou-se responder a algumas questões básicas: Como se integrou o Algarve nos preparativos revolucionários? Qual a importância do seu contributo? Que personalidades tomaram parte directa ou indirectamente parte na revolta militar? Quem emergiu e quem tomou posição, manifestando-se (ou não) pró ou contra a revolução? Qual a atitude das forças da manutenção da ordem pública no Algarve perante o desenvolvimento da revolução? Quais as motivações que levaram muitos a intervir na vida política? E quais as expectativas que se colocavam na revolução para resolver os problemas do Algarve na época?

Também se identificou o contributo dos algarvios na preparação e concretização do golpe militar, pois não foi despiciendo e, em alguns casos, até foi decisivo. 

E, em Loulé, como foram vividos estes momentos? 
A História da implantação do regime democrático ainda está por fazer, pois o país distante da capital ainda não foi abrangido pela historiografia contemporânea. 

Aprofundar o conhecimento sobre o 25 de Abril vai para além da História. É, de certa forma, promover um desígnio nacional que faz cumprir a Democracia. 

É essa a intenção maior desta conferência.

A não perder e com os votos do maior sucesso para a iniciativa.

A.A.B.M.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

MOUZINHO DA SILVEIRA: DENUNCIADO COMO MAÇON E “LIBERTINO DA PRIMEIRA ORDEM”



Mouzinho da Silveira denunciado como maçon e «libertino da primeira ordem». Um curioso documento de 1823 sobre a Maçonaria em Portalegre – via António Ventura Facebook.
 No seguimento da nova perseguição aos pedreiros-livres em 1823, o Corregedor da Comarca de Portalegre, António Joaquim de Gouveia Pinto escreveu ao Intendente Geral da Polícia da Corte e Reino, dando-lhe conta das diligências feitas acerca da actividade de elementos subversivos naquea cidade. O documento é do maior interesse porque refere diversos suspeitos de maçonismo:

«Participo a V. Exª que hoje mesmo acabo de tirar o sumário que a Ordem dessa Intendência Geral da Polícia de 9 do passado, me mandou proceder, e tendo nele pronunciado, entre outros, José Xavier Mouzinho da Silveira, Administrador Geral da Alfândega dessa cidade, e natural de Castelo de Vide, e desta Comarca, em que acabou por ser Provedor, e onde propagou a seita dos Pedreiros Livres, que tinha plantado e promovido na Vila de Setúbal, quando ali fora Juiz de Fora, e onde é constante que estabelecera duas lojas deles; sendo um libertino da primeira ordem, e tão escandaloso, que nunca ouvia aqui Missa, e poucas vezes a família, e um declarado inimigo da Religião e dos Tronos; e bem assim o dito médico Manuel Joaquim Madeira, desta cidade, amigo inseparável de Frei Francisco de Ave Maria, que há pouco mandei preso para essa Intendência; da mesma seita de José Xavier Mouzinho da Silveira, seu cordial amigo, e que por isso, desaparecendo desta cidade no dia 26 do passado, logo que viu o seu amigo preso, dizem que está nessa cidade em casa do mesmo José Xavier, onde já tem sido hóspede; e sendo a casa do referido médico, onde se veio hospedar José Xavier e João da Silva Carvalho, irmão de José da Silva Carvalho, quando no mês de Abril do ano passado vieram a esta Província procurar adeptos para a mesma sociedade, ou fazer recrutamento de Pedreiros Livres, como foi público; assim como também o Joaquim Larcher, por ter a mesma nota de Pedreiro Livre, e da sociedade, e particular amizade do referido José Xavier, o qual se acha na companhia de sua mãe e viúva Larcher, proprietária da Fábrica de Lanifícios desta cidade, e que mora nessa cidade, em umas travessas ou rua próxima onde tem armazém de panos; e, finalmente, o advogado João Carrilho da Costa Gil, desta cidade, que com outro irmão do referido Larcher fugiu para aí há coisa de 5 ou 6 dias, logo que soube que eu abrira o sumário, indo sem passaporte para essa cidade, e pela mesma razão dos já referidos, e ser, além de libertino, e sem moral ou Religião, em cuja casa se formava uma sociedade de constitucionais exaltados para promoveram a Constituição e espalharem notícias aterradoras para os realistas, a que chamavam corcundas. Chegando a sua ousadia a pôr, depois da Aclamação de El-Rei Nosso Senhor, no chapéu uma pena preta de galinha, em lugar do laço das cores azul e encarnado, que puseram todos os bons portugueses; e sendo necessário que eles se segurem aí, e se prendam antes que saibam que se prendem aqui os seus sócios, por isso faço este a V. S. para esse fim. Se lhe parecer justo, como a mim; pois que o próprio sumário o remeto a essa Intendência de hoje a oito dia sem falta, não podendo ir primeiro, por ser necessário copiá-lo, e haver outras coisas necessárias a fazer.

O médico Madeira, que deve estar em casa de José Xavier, pode ser aí preso, e é de estatura alta, rosto redondo, e inclinado para o chão. Joaquim Larcher é de estatura ordinária, cabelo louro grenho, branco, olhos azuis, estrangeirado, pois seu pai era francês.

E o Dr. Carrilho é de estatura mui baixa e grossa, muito direito, cabelo louro, branco, e rosto alguma coisa comprido, com algumas bexigas; e fez-se célebre, pelo seu modo de andar muito teso; deve estar na mesma casa de Larcher.
Deus Guarde a V. S. Portalegre, 7 de Julho de 1823»

"Mouzinho da Silveira denunciado como maçon e «libertino da primeira ordem». Um curioso documento de 1823 sobre a Maçonaria em Portalegre" – via António Ventura Facebook – com sublinhados nossos.

J.M.M.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

CONFERÊNCIA - AS AMEAÇAS À LIBERDADE DE EXPRESSÃO E À DEMOCRACIA. EM HOMENAGEM A MÁRIO SOARES




DIA: 21 de Abril 2017 (17,30 horas);
LOCAL: Fundação Mário Soares [Rua de S. Bento, 176], Lisboa;

ORGANIZAÇÃO: Associação Promotora do Livre Pensamento | Associação 31 de Janeiro.

ORADORES/TEMAS:

- Francisco Teixeira da Mota: “A jurisprudência do TEDH relativa à liberdade de expressão”;

- Iolanda Rodrigues de Brito: “Democracia, fake news e o efeito epidemiológico da desinformação”;
 
- Jónatas Machado: “O princípio anticorrupção e a liberdade de expressão

- José Adelino Maltez: A conquista do indiviso  - uma história da liberdade
 
Moderador: Vasco Franco

J.M.M.
 

terça-feira, 18 de abril de 2017

A REVOLUÇÃO NO ALGARVE E O ALGARVE NA REVOLUÇÃO: O CASO DE PORTIMÃO - CONFERÊNCIA


Amanhã, dia 19 de Abril de 2017, realiza-se no Museu de Portimão, na referida cidade, uma conferência sobre os acontecimentos de 25 Abril de 1974, os envolvidos e as incidências dos acontecimentos da Revolução dos Cravos.

A conferência intitula-se:
- A Revolução no Algarve e o Algarve na Revolução: o caso de Portimão.

A conferencista será a Doutora Maria João Raminhos Duarte, professora e investigadora da História do Algarve.

O programa completo das comemorações do 43º aniversário do 25 de Abril de 1974, em Portimão, pode ser consultado AQUI.

A acompanhar com atenção e a participar.

A.A.B.M.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

SETUBALENSES ESQUECIDOS - CONTRIBUTO PARA A SUA MEMÓRIA: CONFERÂNCIA

Assinalando o aniversário da elevação de Setúbal à categoria de cidade, em 1860, vai realizar-se no próximo dia 19 de Abril de 2017, um conjunto de eventos pela cidade, dinamizados pela Universidade Sénior de Setúbal.

Destacamos a palestra a proferir pelo Mestre Diogo Ferreira, pelas 15 horas, subordinada ao título:
- Setubalenses Esquecidos - Contributo para a sua memória.


A acompanhar com toda a atenção e a divulgar sobretudo entre os setubalenses.

A.A.B.M.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

[FIGUEIRA DA FOZ – DIA 11 ABRIL] CONFERÊNCIA – A UTOPIA PORTUGUESA


CONFERÊNCIA: A Utopia Portuguesa [Ciclo Utopias XXI]
 
ORADOR: Professor José Adelino Maltez (professor do ISCSP DA UTL);
 
DIA: 11 de Abril 2017 (21,30 horas);
LOCAL: Casino da Figueira da Foz;
 
ORGANIZAÇÃO: Coimbra Business School (ISCAC) | Casino da Figueira da Foz
 
J.M.M.
 

DO MINHO AO MANDOVI

Amanhã, 10 de Abril de 2017, na Sala Francisco Sá de Miranda, na Casa Municipal da Cultura em Coimbra, vai realizar-se a apresentação da obra de Sérgio Neto, intitulada Do Minho ao Mandovi. Um Estudo sobre o Pensamento Colonial de Norton de Matos.

A sessão terá início às 17 horas.

A apresentação da obra está a cargo dos Professores Doutores Luis Reis Torgal e Armando Malheiro da Silva.

Com os votos do maior sucesso para esta iniciativa.

[Clicar na imagem para aumentar.]

A.A.B.M.


sábado, 8 de abril de 2017

100º CATÁLOGO DE LIVROS DA LIVRARIA MANUEL FERREIRA



100º Catálogo de Livros Raros e Esgotados | Livraria Manuel Ferreira

Excelente acervo de obras de merecida estimação, com peças bibliográficas sobre variadas polémicas historiográficas lusitanas, opúsculos oitocentistas, brochuras curiosas sobre o Miguelismo e as Lutas Liberais, valiosas peças bibliográficas sobre o Liberalismo, Invasões Francesas, Maçonaria, rara Literatura Portuguesa - à venda pela Livraria Manuel Ferreira (Porto).

[ALGUMAS REFERÊNCIAS QUE A NÓS DIZ RESPEITO]: A Águia. Revista 1910-1932 / Alma Nacional (colecção completa), 1934-37 / Folhetos sobre a polémica “Eu e o Clero” / Antologia do Humor Português, Ed. Afrodite, 1969 / Folhetos sobre a “Questão de Ourique” / Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos nacionais, 1935-65, 131 numrs / Apuleio. Burro de Ouro de Appuleio, trad. do Barão de Vila Nova de Foz Côa, 1847 / Folhetos sobre a polémica do “Casamento Civil” / lote de obras de Camilo Castelo Branco / Ms. Compromisso para a Irmandade de Santo António erecto no Convento de S. Francisco d’esta cidade da Guarda …, 1833 / curioso conjunto de obras de José Daniel Rodrigues da Costa / Costa Cabral em Relevo, de João de Azevedo Sá Coutinho (publ. Anónimo), 1844 / Cryptinas (folhas avulsa gratuita), de João de Deus (rara 1º ed.) / Os Dois Mundos (periódico), 1878, III vols / El Rei e o Duque de Saldanha …., 1851 / A Fateixa (publ mensal), Porto, 1888, III numrs / A Liberdade e a Legislação Vistas á Luz da Natureza das Cousas, pelo Visconde de Figanière, 1866 / Ode aos Manes do Infeliz mas Saudosamente Deplorado Gomes Freire de Andrade …., por Tomás Inácio da Fonseca, 1821 / Uma Faca nos Dentes, por António José Forte, ed. ETC, 1983 / A Corcundice explicada magistralmente, ou resolução de dois problemas interessantes a respeito dos Corcundas, …., por Hipólito Gamboa / Lote de obras de Augusto Ferreira Gomes, entre as quais o “V Império” e o curioso “No Claro-Escuro das Profecias” / Guia dos Maçons Escocezes, ou Reguladores dos Tres Grãos Symbolicos do Rito Antigo e Aceito …. (regulador pub no Rio de Janeiro – tem o carimbo da poderosa Loja Fortaleza, de Lisboa), 1834 / Lote de obras de Ana Hatherly, Natália Correia, Herberto Helder, Luiza Neto Jorge, António Maria Lisboa, Alexandre Herculano, Aquilino Ribeiro, Miguel Torga / A Hora, revista-pamphleto de arte, actualidades e questões sociais …., 1922, VI numrs / Ilustração transmontana+Suplemento, 1908-1910, III vols+36 numrs /  O Diabo Coxo, Verdades Sonhadas e Novellas da Outra Vida …., 1806 / O Liberal Animoso Rebatendo a penúltima pancada mortal do Liberalismo …, de João Crispim Alves de Lima, Maranhão, 1830 / Observações sobre a Prosperidade do Estado pelos Liberais …, por José da Silva Lisboa, Bahia, 1811 / Lusitania (revista), 1924-27, X numrs / Lote curioso de obras do padre José Agostinho de Macedo / Discurso proferido na Presidencia da sessão Solene celebrada em Honra de Garrett …, por Bernardino Machado, 1899 / Cartas Sobre a Framaçoneria (raríssima espécie bibliográfica maçónica, atribuída a Hipólito José da Costa), Paris, 1821 / O Mensageiro (periódico de responsabilidade de camilo C. Branco), 1889 / várias Miscelaneas / A Móca, periódico desportivo de combate, 1924 / O Panorama (jornal literário), 1837-1868, 18 vols / I Congresso da Historia da Expansão Portuguesa no Mundo, 1938 / 17 Cartas autografas do Cardeal Saraiva (Frei Francisco de S. Luís) , 1836-1844 / O Espectro, de Rodrigues Sampaio, 1880, 63 numrs / O Punhal dos Corcundas, raro periódico absolutista e anti-maçonico, escrito pelo virulento S. Fortunato de S. Boaventura, 33 numrs / Sol, bi-semnário republicano, 1926VI numrs / Tríptico. Arte, Poesia, Crítica (rara revista modernista percursora da Presença), 1924-25, IX numrs / Os Modernistas Portugueses, de Pedro veiga, VI vols.    
 
J.M.M.
 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

CONFERÊNCIA – A REVOLUÇÃO NO ALGARVE E O ALGARVE NA REVOLUÇÃO: O CASO DE LOULÉ



ORADORA: Maria João Raminhos Duarte;

DIA: 22 de Abril de 2017 (15,00 horas);
LOCAL: Arquivo Municipal de Loulé (Rua Dr. Cândido Guerreiro, Loulé);

Para esta conferência tomou-se como objecto de estudo e de análise a Revolução de 25 de Abril no Algarve e as movimentações militares nesta província, sendo identificados os protagonistas, as resistências e as reacções dos militares, bem como os seus efeitos na sociedade algarvia nos dias agitados que se seguiram ao golpe militar e ao processo imediato que conduziu à instituição do regime democrático a sul.

Procurou-se responder a algumas questões básicas: Como se integrou o Algarve nos preparativos revolucionários? Qual a importância do seu contributo? Que personalidades tomaram parte directa ou indirectamente parte na revolta militar? Quem emergiu e quem tomou posição, manifestando-se (ou não) pró ou contra a revolução? Qual a atitude das forças da manutenção da ordem pública no Algarve perante o desenvolvimento da revolução? Quais as motivações que levaram muitos a intervir na vida política? E quais as expectativas que se colocavam na revolução para resolver os problemas do Algarve na época?

Também se identificou o contributo dos algarvios na preparação e concretização do golpe militar, pois não foi despiciendo e, em alguns casos, até foi decisivo. E, em Loulé, como foram vividos estes momentos? 

A História da implantação do regime democrático ainda está por fazer, pois o país distante da capital ainda não foi abrangido pela historiografia contemporânea. 

Aprofundar o conhecimento sobre o 25 de Abril vai para além da História. É, de certa forma, promover um desígnio nacional que faz cumprir a Democracia.
É essa a intenção maior desta conferência
 [AQUI]


NOTA: “Maria João Raminhos Duarte é doutorada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É docente na Escola E.B. 2,3 Eng. Nuno Mergulhão e professora auxiliar no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. É investigadora associada do Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais, Doutorada integrada do Instituto de História Contemporânea/Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua da Universidade do Minho. É autora de uma vasta produção científica sobre os industriais conserveiros, o movimento operário corticeiro e conserveiro, a instituição do Estado Novo, a oposição ao Estado Novo, os movimentos femininos, a educação e assistência, a implantação do regime democrático, além de inúmeros e relevantes contributos biográficos de História Contemporânea algarvia” [AQUI]
J.M.M.

sexta-feira, 31 de março de 2017

OS PARTIDOS POLÍTICOS EM FAMALICÃO DURANTE A I REPÚBLICA (1895-1926)

Amanhã, dia 31 de Março de 2017, pelas 21h30, no Museu Bernardino Machado, em Vila Nova de Famalicão (Rua Adriano Pinto Basto) vai ser apresentada a obra de Amadeu Gonçalves intitulada Os partidos Políticos em Famalicão durante a I República (1895-1926). A obra conta com um prefácio do Dr. Paulo Cunha e introdução do Prof. Doutor Norberto Ferreira da Cunha.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:

Não sem dificuldades de percurso, as comissões municipais do Partido Republicano Português em V. N. de Famalicão, para além das cisões locais e nacionais (estas últimas com reflexo municipal), passaram por alguns momentos de crise de identidade: primeiro, com a organização concelhia dos monárquicos (uma mescla de dissidentes republicanos, conservadores e católicos), com o sidonismo, ou com outras organizações políticas municipais. Foi o caso da União Operária Famalicense (1911). Este será o retrato da exposição “Os Partidos Políticos em V. N. de Famalicão na I República, com incidência em 1895, na primeira comissão municipal do Partido Republicano Português e nas seguintes (até à Implantação da I República), passando pela reorganização do Partido Progressista e Regenerador (1906), ou pelas listas franquistas de 1908.

Nesta sessão vai também ser feita a inauguração de uma exposição com o mesmo nome, que fica patente no Museu Bernardino Machado até 7 de maio.

Com os votos do maior sucesso para esta interessante iniciativa que não podemos deixar de divulgar junto de todos aqueles que nos vão seguindo.

A.A.B.M.

quinta-feira, 30 de março de 2017

EXPOSIÇÃO – RESP.’. L.’. SIMPATIA E UNIÃO 1853-2017




DIA: 31 de Abril 2017 (19,00 horas);

LOCAL: Grémio Lusitano [Rua do Grémio Lusitano, 25, Lisboa];
ORGANIZAÇÃO: Grémio Lusitano / Museu Maçónico Português.



Nesta exposição serão relevados vultos ilustres e aspectos do percursos de funcionamento ininterrupto da mais antiga Loja do Grande Oriente Lusitano - Maçonaria Portuguesa, que soube ultrapassar as vicissitudes da clandestinidade a que foi votada a Maçonaria Portuguesa, com a promulgação em Maio de 1935 da chamada Lei das Sociedades Secretas.

[Fernando Castel-Branco Sacramento - Director do Museu Maçónico Português]

J.M.M.

quarta-feira, 29 de março de 2017

JOSÉ LIBERATO FREIRE DE CARVALHO (1772-1855). SUA VIDA E PENSAMENTO


LIVRO: José Liberato Freire de Carvalho (1772-1855). Sua Vida e Pensamento;
AUTOR: Mário Simões Dias;
EDIÇÃO: Editora Lema d’Origem; Comissão Liberato;


APOIOS: Pró-Associação 8 de Maio, J. F. de S. Martinho do Bispo, J. F. de Ribeira de Frades, J. F. da Sé Nova, J. F. de Santa Cruz, J. F. de Almedina, J. F. de S. Bartolomeu

Trata-se da publicação (em boa-hora) da dissertação de licenciatura em Filosofia, apresentada na FLUC, por Mário Simões Dias, em 1966. Sob indicação do saudoso professor José Sebastião da Silva Dias este trabalho trata da vida e do pensamento de José Liberato Freire de Carvalho, “historicista liberal, possuidor de um liberalismo histórico, tradicionalista, que bebera na Inglaterra a partir de 1813”. A extensa e pormenorizada biografia do ex-monge crúzio José Liberato, com curiosas anotações de Mário Simões Dias em torno do pensamento do notável liberal vintista, percorre as suas várias facetas e intervenções públicas e estabelece uma linha do pensamento político e filosófico de Liberato que o autor situa (controversamente) dentro da linha de pensamento contra-revolucionário, num “regresso ao estado anterior à implantação do absolutismo”, com a “restituição das (…) antigas cortes, como representação nacional”.



LANÇAMENTO DA OBRA:

DIA: 31 de Março 2017 (18,30 horas);
LOCAL: Capela de Montessão (S. Martinho do Bispo, Coimbra;
ORADORA: Professora Doutora Isabel Nobre Vargues;

J.M.M.

sábado, 25 de março de 2017

COLÓQUIO MEMÓRIAS E TRABALHOS DA VIDA DE NORTON DE MATOS 150º ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO


O Arquivo Municipal de Ponte de Lima  vai levar a efeito a 25 de Março de 2017, no Auditório Municipal de Ponte de Lima o Colóquio Memórias e Trabalhos da Vida de Norton de Matos no 150º aniversário de nascimento, entre as 14 e as 17 horas.

Os conferencistas convidados para assinalar o evento são:
Armando Malheiro da Silva, Recordar um projecto editorial apenas iniciado...;
Sérgio Neto, Do Lima a Luanda: elementos do pensamento colonial de Norton de Matos;
Maria Manuel Afonso da Ponte, Norton de Matos e o processo de urbanização em Angola;
Heloísa Paulo, A imagem de Norton de Matos na colónia portuguesa do Brasil; colonialista e opositor;
Helena Pinto Janeiro, José Norton de Matos na literatura critica o ultimo meio século;
José Norton, A Família de Norton de Matos na política do século XIX.

Pode ler-se na nota de divulgação:

No âmbito das comemorações dos 150 anos do aniversário do General Norton de Matos, o Município de Ponte de Lima realiza no próximo sábado, 25 de março, um colóquio intitulado "Memórias e trabalhos da vida de Norton de Matos".

A iniciativa, que conta com a inestimável colaboração da Casa Norton de Matos e do Prof. Doutor Armando Malheiro da Silva, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tem já confirmada a presença de conceituados investigadores que se dedicaram ao estudo do General Norton de Matos designadamente a Profª. Doutora Heloísa Paulo (Centro de Investigação de Estudos Interdisciplinares do Século XX, da Universidade de Coimbra), a Profª. Doutora Maria Manuel Afonso da Fonte (Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa), o Prof. Doutor Sérgio Neto (Centro de Investigação de Estudos Interdisciplinares do Século XX, da Universidade de Coimbra) e a Profª Doutora Helena Pinto Janeiro (Instituto de História Contemporânea, da FCSH da Universidade Nova de Lisboa).

O colóquio vai realizar-se no Auditório Municipal. Para mais informações contacte o Arquivo Municipal de Ponte de Lima, através do seguinte email: arquivo@cm-pontedelima.pt.

Uma iniciativa que se divulga e se partilha com os votos do maior sucesso.

A.A.B.M.

sexta-feira, 17 de março de 2017

CONFERÊNCIA – CRATO. MAÇONARIA E SUA HISTÓRIA


 
 
 
ORADOR: António Ventura (professor da FLUL);
 
DIA: 17 de Março 2017 (21,00 horas);
LOCAL: ARPIC [Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Crato]
ORGANIZAÇÃO: Câmara Municipal do Crato.
 
J.M.M.

quinta-feira, 16 de março de 2017

ANTÓNIO ARNAUT - BIOGRAFIA


 
LIVRO: António Arnaut - Biografia;
AUTORES: Ana Luísa Delgado e Luís Godinho;

LANÇAMENTO EM COIMBRA:

DIA: 17 de Março (18,00 horas);
LOCAL: Casa Municipal da Cultura (Sala José Sebastião da Silva Dias).

Biografia escrita pelos jornalistas Luís Godinho e Ana Luísa Delgado, a partir de uma série de entrevistas com António Arnaut, realizadas em 2016, do depoimento de diversas personalidades e de uma longa investigação onde se cruzam documentos oficiais e intervenções cívicas do biografado” [AQUI]

J.M.M.

sexta-feira, 10 de março de 2017

MULHERES DA CLANDESTINIDADE



LIVRO: Mulheres da Clandestinidade;
AUTOR:
Vanessa Almeida;
EDIÇÃO: Parsifal, 2017, p. 212

“Uma obra fundamental para conhecer um tema pouco estudado do combate aos regimes de Salazar e Caetano.

Ao longo de todo o Estado Novo, a oposição a Salazar e Marcelo Caetano foi também feita por mulheres que com enorme sacrifício pessoal abandonaram as suas casas, a sua família, as suas terras, até o seu nome, para mergulhar na clandestinidade e a partir dali combater o regime.

Actuando na sombra, levando uma vida silenciosa e correndo inúmeros riscos todos os dias, a sua conduta constituiu um extraordinário exemplo de bravura, de sacrifício e de dedicação a uma causa cívica e política que contribuiu de forma decisiva para a queda de um regime ditatorial e para o advento da Democracia.

Recolhendo testemunhos de vida de mulheres que passaram por experiências tão marcantes, ‘Mulheres da Clandestinidade’ resgata do silêncio vozes fundamentais de um combate singular e constitui, ao mesmo tempo, um merecido tributo a uma militância norteada por uma abnegação e por uma coragem que continuam a surpreender.” [AQUI]


J.M.M.

sexta-feira, 3 de março de 2017

JOSÉ LIBERATO FREIRE DE CARVALHO - EXPOSIÇÃO E CONFERÊNCIA EM CONDEIXA

Inaugura-se no próximo sábado, 4 de Março de 2017, pelas 16 horas, na Galeria Manuel Filipe, em Condeixa-a-Nova, a exposição documental de homenagem a José Liberato Freire de Carvalho.

No momento da inauguração da exposição o Dr. João Pinho profere uma conferência subordinada ao título José Liberato Freire de Carvalho: retratos da vida e obra (1772 -1855) na tela de uma homenagem (2013-2017).

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
Muitos dos vultos do liberalismo português do século XIX continuam bastante desconhecidos. Tal como Rodrigo Fonseca Magalhães, seu contemporâneo, José Liberato Freire de Carvalho, de Coimbra, dedicou a sua vida à luta contra a tirania absolutista e pela liberdade, pelo direito, independência e progresso de Portugal. O seu jornal "O Campeão Portuguez em Londres" foi um dos mais importantes instrumentos para a ocorrência da Revolução Liberal de 1820. 

Para divulgar a sua vida e a sua obra, vai estar em exibição em Condeixa uma exposição bio e bibliográfica sobre " LIBERATO - vida e obra de um liberal de oitocentos", patrocinada pela Comissão Liberato e acolhida pela CM de Condeixa. 

Um evento que recomendamos para se conhecer melhor um dos homens do Liberalismo em Portugal que passou por Coimbra e foi contemporâneo de Rodrigo da Fonseca Magalhães, foi perseguido pelos absolutistas e refugiou-se em Inglaterra onde publicou um dos mais conhecidos jornais da emigração O Campeão Português em Londres. 

Sobre José Liberato sugerimos a leitura do que já se escreveu AQUI.

A informação sobre o evento pode ser consultada AQUI ou AQUI.

A acompanhar com toda a atenção.

A.A.B.M.